quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Síndrome de Burnout : um mal que atinge principalmente professores. APPAI/2016



Gostaria de convida-los a acessar este site: http://www.appai.org.br/
…/projet…/revistaeducar/edicoes/98/…, para terem acesso a uma matéria muito relevante, a qual atuei como consultora, sobre a relação entre a profissão docente e o Burnout.
Síndrome de Burnout : um mal que atinge principalmente professores/ Revista APPAI/ 2016
http://www.appai.org.br/
…/projetosima…/revistaeducar/edicoes
http://www.appai.org.br/media/projetosimagens/revistaeducar/edicoes/98/#18


terça-feira, 24 de novembro de 2015

O termo Burnout, originou-se do inglês to burn out, que significa queimar-se de dentro para fora, o sujeito acometido por essa síndrome é consumido pela exaustão física e emocional, resultado da exposição contínua e intensa ao stress ocupacional crônico. Esta síndrome age como um mecanismo de defesa do organismo, pois quando todos os recursos, tanto fisiológicos quanto cognitivos, não são mais eficazes para enfrentar o stress crônico, o Burnout entra em ação, impondo, de forma lenta e gradual, um modelo de comportamental, caracterizado por atitudes frias e cada vez mais indiferentes, do sujeito frente a sua rotina de trabalho e mais tarde a todos os aspectos relacionados a sua vida.

A sua presença fica evidente a partir de um conjunto de sintomas, que podem ser de ordem física, de conduta e psicológicos. Os sintomas físicos são fadiga, sensação de exaustão (cansaço crônico), indiferença ou frieza, sensação de baixo rendimento profissional, frequentes dores de cabeça, distúrbios gastrintestinais, alterações do sono (insônia) e dificuldades respiratórias. Os sintomas de conduta podem ser graves alterações no comportamento, afligindo colegas, alunos, clientes e familiares. Já os sintomas psicológicos ficam evidentes através de mudanças de comportamento, trabalhar de forma mais intensa, sentimento de impotência diante de situações da rotina, irritabilidade, falta de atenção, aumento do absenteísmo, sentimento de responsabilidade exagerado, atitude negativa, rigidez, baixo nível de entusiasmo, consumo de álcool e drogas como forma de minimizar os efeitos do cansaço e do esgotamento.

Oque fazer para enfrentá-lo? 
Veremos mais tarde......

Por: Gisele Levy

terça-feira, 25 de agosto de 2015

AVM 2015 - Parabéns aos meus alunos do curso: Qualidade Vida e Saúde do Trabalhador



sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Cuidado com a Síndrome de Burnout...


Cuidado com a Síndrome de Burnout...
Entrevista Com Gisele Levy
TV/ FUTURA 01/2015


sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Síndrome de Burnout : adoecimento docente
Gisele Cristine Tenório de M. Levy *
O objetivo deste artigo é apresentar infor-mações relevantes a respeito da síndrome de Burnout e sua incidência sobre os profssionais de educação. A importância desse tema se deve ao número cada vez maior de casos da síndrome entre essa categoria profssional, que devido a sua rotina de trabalho, se deparam com diversos estressores, alguns relacionados à natureza de suas funções, outros ao contexto institucional e social. Segundo dados oferecidos pela Confederação Nacional de Trabalhadores em Educação, através da sua página na internet, a síndrome foi detectada como a terceira maior causa de afastamento de profssionais de educação dos postos de trabalho em 2009.

DEFINIÇÃO
A palavra Burnout origina-se do inglês to burn out, que signifca queimar-se, de dentro para fora. Os profssionais ao serem acometidos por essa síndrome apresentam um sentimento crescente de desgaste, tanto de ordem física quanto emocional, acompanhados pela sensação de ex-trema baixa autoestima que irá infuenciar sobremaneira sua vida profssional e pessoal.
A síndrome de Burnout foi descrita nos Estados Unidos, pelo psiquiatra Herbert Freudemberg em 1974 a partir da observação de desgaste no humor e na motivação de1 pro-fssionais de saúde com os quais trabalhava. Foi ele quem pri-meiro designou a síndrome de Staff – Burnout. Anteriormente, outros termos, como alta exigência, astenia neurocirculatória e fadiga industrial, também foram relacionados a ela. Devido a sua associação ao ambiente laboral, o Burnout também pode ser denominado por desgaste profssional, síndrome do queimado ou síndrome do estresse do trabalho assistencial. A defnição mais usual do Burnout está baseada na pers-pectiva sociopsicológica de Christina Maslach (1986). A autora descreve a síndrome como o resultado de um processo de estresse laboral crônico, que resulta no desenvolvimento de um comportamento que se caracteriza, pela frieza e indife-rença no trato com (aluno/cliente/usuário) e, mais à frente, a todas as esferas associadas à vida desse profssional. Conforme a referida perspectiva, variáveis socioambien-tais são determinantes para o desenvolvimento da síndrome, que pode ser avaliada a partir de três dimensões: Exaustão Emocional, Despersonalização e Baixa realização pessoal. – Exaustão Emocional (sentimentos de desgaste emo-cional e esvaziamento afetivo);
– Despersonalização (reação negativa, insensibilidade ou afastamento excessivo do público que deveria receber os serviços ou cuidados do paciente);
– Falta realização pessoal no trabalho (sentimento de diminuição de competência e de sucesso no trabalho).
Alémda perspectiva sociopsicológica, a Síndrome de Burnout ainda pode ser elucidada pormeio de outras três concepções. São elas: clínica, organizacional e sócio-histórica. A perspectiva clínica é defendida por Freudenberger (1974), que sugere que o Burnout representa um estado de exaustão, resultado de um trabalho exaustivo que contribui para que o profssional deixe de lado as suas necessidades pessoais. Cherniss (1980) adota um ponto de vista organizacional e explica que os sintomas que compõem o Burnout são respostas a uma demanda de trabalho estressante, frustrante emonótona. E, por fm, na perspectiva sócio-histórica, defendida por Sarason (1983), pondera-se que, pelo fato de as condições sociais não canalizarem os interesses de uma pessoa para ajudar outra, torna-se difícil manter o comprometimento de servir aos demais no trabalho.Na etimologia da palavra brincar, encontramos a ideia de entreter-se. Ao brincar, criamos a possi-bilidade de interagir com o outro e consigo mesmo, uma vez que colocamos em prática ideias e ações que no exercício da fantasia abrem espaço para novas descobertas.
SINTOMAS
Quanto ao diagnóstico da Síndrome de Burnout, Guimarães e Cardoso (1999 apud CORNNELL, 1982) propõem um con-junto de sintomas, que são: físicos, de conduta e psicológicos. Sintomas físicos são similares aos do estresse ocupacional, caracterizando-se por fadiga, sensação de exaustão, indife-rença ou frieza, impressão de baixo rendimento profssional, frequentes dores de cabeça, distúrbios gastrointestinais, insônia e difculdades respiratórias.
Sintomas de conduta se evidenciam sob a forma de certas alterações no comportamento que, usualmente, afetam os cole-gas, alunos e inclusive os próprios familiares.
Já os sintomas psicológicos se manifestam por meio de mu-danças de comportamento, tais como: sentimento de impotência diante de situações da rotina de trabalho, agressividade, falta de atenção, aumento do absenteísmo, sentimento de responsabili-dade exagerado, pouco entusiasmo, consumo de álcool e drogas como formademinimizar os efeitos do cansaçoedoesgotamento.
INCIDÊNCIA
A incidência do Burnout é predominante entre os profssio-nais que atuam em atividades assistenciais, onde a prestação de serviço e o contato interpessoal são muito intensos. As profssões comumente afetadas são: enfermagem, medicina,
Conselho Editorial
Julio Cesar da Costa Ednaldo Carvalho Silva
Jornalismo
Antônia Lúcia Figueiredo ( M.T. RJ 22685JP )
Colaboração
Claudia Sanches, Sandra Martins, Tony Carvalho e Marcela Figueiredo
Fotografia
Marcelo Ávila e Tony Carvalho
Design Gráfico
Luiz Cláudio de Oliveira Neudon de Albuquerque Cerqueira Neto
Revisão
Sandro Gomes
Periodicidade e tiragem
Bimestral – 68.000 ( sessenta e sete mil )
Impressão e distribuição
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 Os conceitos e opiniões emitidos em artigos assinados são de inteira responsabilidade dos autores.

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Desenvolvimento de um programa de enfrentamento da Síndrome de Burnout e análise de seus efeitos em professores que atuam no processo de inclusão

Tese de Doutorado PPFH- UERJ

Author: Gisele Cristine Tenório de Machado Levy 

Orientador: Francisco de Paula Nunes Sobrinha PhD

Titulo: Desenvolvimento de um programa de enfrentamento da Síndrome de Burnout e análise de seus efeitos em professores que atuam no processo de inclusão

Publicação: 2011

http://www.bdtd.uerj.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=5777

Universidade: Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Resumo: Estudo de caso, com o objetivo de desenvolver um programa de enfrentamento da Síndrome de Burnout e avaliar os seus efeitos no comportamento de 7 participantes do sexo feminino, com idade variável entre 27 a 48 anos, que atuam como professores no processo de inclusão educacional e social de alunos da Rede Pública, em uma instituição de ensino localizada na cidade do Rio de Janeiro. Trata-se de modalidade de investigação que envolve procedimentos de pesquisa-ação. Para fins de coleta de dados foram utilizados instrumentos de medida psicométrica como o CBP-R, Questionário de Burnout para Professores  Revisado (CBP-R; Moreno, Garrosa E González, 2000) como também o Inventário de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp  ISSL (LIPP, 2000), além de um inventário sóciodemográfico. Como complementação do trabalho de pesquisa, foi empregada a análise de relatos verbais para fins de levantamento de dados relativos aos processos privados dos participantes. A aplicação de um programa de enfrentamento da Síndrome de Burnout consistiu de técnicas e de procedimentos fundados na abordagem cognitivo-comportamental e da adoção de práticas de relaxamento e de manejo de tempo. Os resultados da pesquisa evidenciaram um relativo decréscimo quanto a incidência de sintomas de stress e Burnout nas participantes. De posse desses resultados, poderão ser articuladas ações em políticas públicas com vistas à melhoria da saúde e das condições gerais de trabalho do professor da Rede Pública. O que se propõe como meta é humanizar o posto de trabalho docente, sob os aspectos de saúde, bem-estar físico e mental.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM: Percebendo os sinais em casa.

Por: Gisele Levy 


            
O tema das Dificuldades de Aprendizagem é recorrente entre pais e educadores, devido a sua ação direta sobre o desempenho escolar. Sua incidência está associada a uma ampla gama de problemas, capazes de afetar qualquer área do desenvolvimento acadêmico. Este termo começou a ser empregado na década de 60 e até os dias de hoje, devido a sutiliza de seus sintomas, vem sendo confundido como um mero sinal de falta de atenção, ausência de motivação, preguiça entre tantos outros.  Porém os estudiosos afirmam que as dificuldades de aprendizagem, necessitam ser analisadas com atenção, já que podem comprometer de forma significativa a vida escolar, familiar, social e psíquica de crianças e adolescentes, acarretando insegurança, ansiedade e perda de autoestima.

Distúrbio de Aprendizagem nada tem a ver com inteligência

  • Uma criança com problemas de aprendizagem pode ter um nível normal de inteligência. O fato é que ela se esforça, mais que os outras, para fazer algumas atividades (cálculos, seguir certas instruções e concentrar-se, por exemplo). Além disso, geralmente as dificuldades se centralizam em determinado setor, como a fala, mas nos outros setores ela poderá ir muito bem.
  • Podem ser alunos brilhantes, criativos e talentosos.
  • Não tem cura, mas os indivíduos que apresentam esse quadro tem potencial para aprender, como todas as outras, porem necessitam de especialistas que os auxiliem com suas dificuldades que no futuro podem vir a tornarem-se passageiras.
  • Não possuem proporcionais a sua idade, seguindo o padrão do desenvolvimento das hab. básicas.

Sintomas

         Atrasos no desenvolvimento da fala;
         Dificuldade em aprender letras e números;
         Confusão na linguagem, envolvendo palavras que soam parecidas;
         Dificuldade em seguir instruções.

Só podemos afirmar que o indivíduo porta alguma dificuldade de aprendizagem quando os problemas são persistentes.
Cuidado com os rótulos.

Enfrentando as dificuldades

É importante que tanto os pais quanto professores saibam quais os fatores que podem influenciar o aparecimento dos sintomas das dificuldades de aprendizagem...
         Visão e (ou) audição;
         Mudanças de ambiente repentinas;
         Inadequação metodológica ( Não condiz com o tipo de raciocínio utilizado pelo aluno).
         Desorganização na rotina familiar;
         Excesso de atividades extra curriculares;
         Efeitos colaterais de medicações (Atenção, memória, sono. Ex: antepleticos, antiistamínicos).

Dentre os mais diversos sinais de dificuldades de aprendizagem na escola, destacamos: atrasos no desempenho escolar, perda de motivação, problemas emocionais persistentes e baixa autoestima. Em casa as crianças podem mascarar alguns sintomas e os pais devem ficar atentos a certos sinais, abaixo seguem alguns deles:

  • O fato da criança nunca comentar sobre o que aprendeu na escola;
  • Quanto à lição de casa, se esquiva, não menciona a lição, evitando realizá-la frequentemente;
  • A criança apresenta desempenho regular, apesar de se esforçar muito para realizar determinadas tarefas;
  • Apresenta queixas recorrentes de cansaço e dores de estomago;
  • Quedas inesperadas no desempenho escolar. Alunos com leves problemas no processamento de informações, por exemplo, podem aprender a ler, mas têm dificuldades quando as exigências em torno da compreensão de leitura aumentam. 
  • Observe se seu filho faz as lições de casa com pressa, deixando-as incompletas. 
  • Reclamações de cansaço, dor de estômago e outros incômodos para não ir à escola podem indicar desconfortos relacionados ao estresse. 
  • Queixas gerais sobre a escola: Dizer que os colegas são chatos e que a professora é injusta, também precisam ser observadas. 
  • Se seu filho se queixa de que as lições são muito difíceis ou que as aulas são entediantes, ele pode estar com dificuldades para acompanhar a turma. 
  • Episódios excessivos de medo, raiva ou ansiedade, precisam ser investigados, assim como atitudes antissociais e escapistas. 
A escola passa a ser fonte de mal estar.

Importante: Observar se a criança se comporta de forma muito diferenciada dos colegas e se esse fato é persistente e principalmente se causa sofrimento.


PERSISTENCIA e SOFRIMENTO


Adolescentes

            Quando o tema das Dificuldades de Aprendizagem é abordado verifica-se uma tendência a dar ênfase as questões relativas à infância, porém o adolescente  pode sofrer muito com esse problema. Sabemos que a fase da adolescência é por natureza conturbada, daí certa dificuldade em observar sinais relacionados unicamente ao tema das Dificuldades de Aprendizagem
  • Insucesso escolar;
  • Bulliyng
  • Dispersão excessiva em sala de aula;
  • Dificuldade para interpretar textos;
  • Reclamar de agressões sofridas na escola;
  • Episódios intensos de agressividades - raiva;
  • Timidez;
  • Medo de enfrentar situações novas.

Como auxiliar seu filho?

Em primeiro lugar é importante não confundir eventuais problemas ao longo do processo de aprendizagem com dificuldades de aprender. Toda a criança e adolescente tem um processo diferente de desenvolvimento - umas aprendem a falar mais cedo, outras a andar mais cedo - e isso é normal. Assim sendo é importante que os pais respeitem o desenvolvimento geral desses indivíduos.
Se os pais percebem que seu filho apresenta alguma dificuldade de aprendizagem, devem procurar em primeiro lugar a escola e depois um especialista, que provavelmente será indicado pela escola: Psicopedagogo, Psicólogo, Fonoaudióloga, Psicomotricista que poderá auxiliar no diagnóstico e no desenvolvimento dos processos de aprendizagem. Além destes profissionais, inclusive quando se observa sinais de dificuldades, antes da idade escolar é indicado buscar auxilio de um pediatra. 
ü  Oferecer um ambiente seguro e atenção necessária para o indivíduo aceitar suas frustrações, conversando e criando um ambiente adequado para que ele estude, além de estabelecer limites de horários para a realização das suas tarefas escolares - ROTINAS. 
ü  ROTINAS: Limites, ordem, organização e segurança – esse indivíduo precisa muito destes elementos, primeiro que ele funciona mentalmente de uma forma não muito convencional. FORA à DENTRO
ü  A atitude dos pais tem impacto significativo sobre a autoestima do indivíduo, portanto devem procurar valorizar, o máximo possível, o que ele sabe fazer melhor e incentivá-lo naquilo que não é tão bom.
·         Reforço positivo: elogie e não o critique em frente a terceiros, principalmente o adolescente.
ü  Como as dificuldades podem surgir de fatores orgânicos, é necessário verificar se a audição e a visão estão indo bem.

Importante: Quando a criança entra na pré-escola, algumas escolas, agindo de forma proativa, solicitam exames a fim de detectar algum tipo de problema. 


E Mais ...
ü  Não superproteger seu filho.
ü  Demonstrar interesse pelo que o filho aprende na escola.
ü  Fazer perguntas sobre como foi o dia, o que de novo ele aprendeu e do que mais gostou.
ü  Ajudar nas lições de casa é muito importante, com o cuidado de não fazer a lição pelo filho.
ü  Fique junto de seu filho, informe-se sobre a escola, colegas, se envolva tentando não interferir na vida dele, apenas o escute e o acompanhe.




A fim de alcançar um resultado proveitoso no que refere ao enfrentamento das Dificuldades de Aprendizagem, é extremamente necessário um trabalho conjunto entre Pais - Responsáveis, Especialistas, Escolas / Professores, que deverão estar envolvidos em uma única meta: auxiliar a criança ou o adolescente. E acima de tudo, é imperativo que os pais cultivem um contato o mais próximo possível com seus filhos, os escutando, conversando frequentemente, os acompanhando em seus afazeres e sempre que possível comparecendo a Escola a fim de obter informações que possam vir a auxiliá-los no sentido de detectar quando algum sinal de dificuldade.

Boa sorte !!!

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

quarta-feira, 11 de junho de 2014

DICAS PARA O LÍDER ADMINISTRAR O STRESS NO TRABALHO.

Ficar estressado faz parte da vida, porém quando ele se torna recorrente os problemas aparecem. Mais sério ainda é quando o stress esta associado ao ambiente de trabalho, ai a situação só tendo a piorar. Então, se você é um líder, preste atenção Caso você fique estressado, sua equipe também ficará e se duvidar, eles ficarão mais estressados que você...”



DICAS PARA O LÍDER ADMINISTRAR O STRESS NO TRABALHO.

Gisele Levy 
Psicologa - Dra  Formação Humana

1.      Respeitar os seus limites e os da sua da equipe.
2.      Comunique-se, seja claro e objetivo.
3.   Realize metas em curto prazo e quando elas foram cumpridas pela equipe, de algum tipo de retorno, agradeça, elogie...
4.      Delegar responsabilidade é importante, porém tenha o cuidado de não sobrecarregar a equipe.
5.   Em caso de desespero, respire profundamente e pense: “ Eu sou somente um ser humano e não uma máquina.”
6.    Promova o “bom humor” entre a sua equipe. Não é para sair fazendo um campeonato de piadas, mas crie um ambiente minimamente agradável, sorria quando for possível e tente passar esta postura para a equipe.
7.    Estimule momentos de relaxamento – O desenvolvimento de programas de qualidade de vida vem bem a calhar.

8.   E lembre-se se você começar a ficar muito ansioso, tenha certeza que esse sentimento será percebido por toda a equipe, criando uma "bola de neve". Então, se percebeu que as coisas vão começar a “pegar fogo”, respire fundo e tente seguir algumas das dicas acima.


Boa sorte!!!

Vantagens de Ser Uma Pessoa Positiva




Ter uma filosofia de vida onde prime o positivismo é muito importante para te manter motivado e alegre em todas as atividades que realizes. A seguir, indicamos-te as 11 vantagens que tem o ser uma pessoa positiva
1. As pessoas positivas vivem mais tempo. Um estudo realizado com freiras, as quais regularmente expressam emoções positivas, demonstrou que o otimismo contribuiu a que vivessem em média mais 10 anos.
2. Os níveis de produtividade, rendimento e bons resultados nos meios de trabalho positivos superam aos de ambientes trabalhistas negativos.
3. As pessoas positivas que se dedicam à área de vendas, vendem mais produtos e serviços do que as pessimistas.
4. Os líderes positivos são capazes de tomar melhores decisões sob pressão.
5. Os casais têm muitas mais probabilidades de sucesso quando o casal experimenta maiores interações positivas.
6. As pessoas positivas que com regularidade expressam emoções que demonstram grande alegria são mais resistentes para enfrentar o estresse, os problemas e a adversidade.
7. Os seres humanos positivos são capazes de manter uma perspectiva mais ampla e ver os problemas desde um panorama mais elevado, o qual lhes ajuda a estabelecer melhores soluções.
8. Os pensamentos e emoções positivas neutralizam os efeitos negativos causados pelo estresse.
9. As emoções positivas como a gratidão e a apreciação, ajudam os atletas a render a um mais alto nível.
10. As pessoas positivas têm mais amigos, o qual é um fator crucial para a felicidade e a longevidade.
11. Os líderes positivos e populares têm mais probabilidades de obter o apoio dos demais, receber aumentos de salário, ascensões e conseguir um maior sucesso no mundo trabalhista.
(Universia México)

Resiliência: O Comportamento Dos Vencedores!

   
Dentro da Neuropsiquiatria, estudos têm demonstrado que nosso cérebro tem a capacidade de se moldar diante dos acontecimentos vivenciados em nosso dia-a-dia, sendo que o ambiente em que estamos inseridos tem grande papel transformador.

O iatista Lars Grael, o modelo Ranimiro Lotufo, o músico Ray Charles, o jogador Ronaldo “o fenômeno”, e tantos outros exemplos, relacionam situações diferentes de vida; mas, entretanto, unificam uma capacidade imprescindível para aqueles que, acima de tudo, buscam, na mudança, um processo de desenvolvimento e renovação.
Sabiamente, Carlos Drumond de Andrade, escreveu: “A dor é inevitável. O sofrimento, opcional”. Pois, sua lucidez poética já reverenciava uma das maiores capacidades humanas, atualmente muito discutida e valorizada, tanto na esfera pessoal quanto na corporativa: a Resiliência. Este termo provém das Ciências Exatas, especificamente, da Física; onde se define que Resiliência é a capacidade que um elemento tem em retornar ao seu estado inicial, após sofrer uma influência externa. Por mais que ele seja pressionado, o mesmo retorna ao seu estado original sem deformação.

Saímos da Ciência Lógica e entramos na humana definição de Resiliência. Dentro da Neuropsiquiatria, estudos têm demonstrado que nosso cérebro tem a capacidade de se moldar diante dos acontecimentos vivenciados em nosso dia-a-dia, sendo que o ambiente em que estamos inseridos tem grande papel transformador. Nesse sentido, nossa capacidade de renovação é completa. E não podia ser diferente com nossos pensamentos, atitudes e formas de assimilação para determinados acontecimentos. Na verdade, a maior certeza que temos é que o ser humano é único e diferente. Logo, há diferenças comportamentais em cada indivíduo. Certas pessoas tornam-se resignadas e acabam aceitando, passivamente, os dissabores da vida. Essa resignação compromete a ação de lutar contra o que ocorre, e a renúncia gera a acomodação frente a cada situação diferente e nova. Costuma-se dizer que tais pessoas sofrem da "Síndrome da Gabriela": "eu nasci assim, eu cresci assim, sempre fui assim. Gabriela... Sempre Gabriela...". Outras são, totalmente, reativas. O ambiente é que comanda sua satisfação pela vida. Suas reações são reclamar e praguejar, sendo que nem ao menos tomam alguma atitude efetiva para a mudança. A revolta é uma das principais características de comportamento. Mas, há aquelas que além de confrontarem as situações, enfrentam as tensões com desenvoltura, fazendo de cada experiência um aprendizado positivo. Ao invés de focarem no problema, focam na solução. Ou seja, desenvolveram ao longo da vida, umcomportamento resiliente.

Não é por casualidade que a palavra "desenvolveram" foi adicionada na frase acima. Todos nós podemos ser resilientes. A Resiliência não é um traço de caráter hereditário que possuímos ou deixamos de possuir. Trata-se de uma conquista pessoal. Não é à toa que a superação e o crescimento humano são potencializados em momentos de dificuldade! O ser humano precisa enfrentar desafios para testar seus próprios limites. Quantos de nós já não vivenciamos situações de total dificuldade e quando pensávamos que não haveria mais saída, tempo ou solução, acabamos reabastecendo-nos de mais energia ainda? Para responder tal questionamento, destaco duas variáveis fundamentais para o fortalecimento da Resiliência: disciplina e autoconfiança. A primeira vem através do tempo. Esta nos ensina que nosso processo evolutivo é construído diariamente; pois, o problema não está em nossa realidade, mas na forma como a interpretamos. Sabemos que não somos senhores do tempo, nem podemos evitar todas as situações desagradáveis; mas, a maneira como reagimos a elas é que definirá o nosso sucesso. Quanto à autoconfiança, essa é a maior característica do comportamento resiliente. A superação só acontece porque, antes de tudo, acreditamos em nosso potencial regenerativo, em nossa capacidade de crer e agir em prol do positivo.

Outra análise que pode ser feita, é que a baixa Resiliência tem legitimado a não permanência de muitos profissionais no mercado corporativo, pois nunca, em momento algum, fomos tão cobrados pela nossa capacidade de flexibilização diante das dificuldades. O indivíduo que não consegue gerenciar e reverter uma situação adversa, precisa mudar o foco, ajustar as velas, "resignificar" o seu modo de vida, para que tais obstáculos e acontecimentos diários sirvam como promoção de seu desenvolvimento pessoal e profissional.

A música ‘Volta por Cima’, de Paulo Vanzolini, tem muito a nos ensinar sobre Resiliência. O seu refrão diz: "...Reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima". E esse foi ocomportamento de um dos nossos maiores atletas brasileiros... Em setembro de 1998, o bicampeão em iatismo, Lars Schmidt Grael, teve sua perna direita amputada, devido a um acidente que interrompeu sua vitoriosa carreira esportista. Ao ser entrevistado e questionado sobre qual seria sido a lição aprendida desse episódio, Lars Grael concluiu: " O erro das pessoas, em geral, é se voltar para trás. Comparar o presente com o que tinham antes. Se eu fosse comparar minha vida anterior com a vida que levo hoje, com certeza teria entrado em depressão. Mas não adianta ficar olhando para trás. Temos que lidar com o "aqui e agora". Poderia ter sido pior, e tenho a obrigação de me sentir no lucro".

Autora: Karine Bighelini
Fonte: Portal RH.com.br