terça-feira, 4 de maio de 2010

Stress o problema das varizes.

Site: Varizes. com publicou esse "Estresse obesidade e Varizes" de autoria do Dr Edson Neves - (publicado no Jornal do Brasil em 27 de janeiro de2008).



Estresse e obesidade agravam o problema ...


A variz é causada por uma predisposição genética, mas também influenciam na aparição do mal falta de atividade física, obesidade e muitas gestações, pois uma gravidez facilita uma dilatação das veias por alterações hormonais e Aumento do volume uterino.

- Muitos dizem que varizes Anticoncepcional piora, mas isso não é observado de forma significativa - diz Eduardo Toledo, angiologista.

O médico Edson Neves acrescenta que as varizes também são CAUSADAS POR componentes emocionais. Estressados Pacientes, Emotivos e rancorosos Tendem um sofrer mais com o mal, porque SOFREM uma tensão nos vasos ea pressão arterial aumenta.

As varizes aparecem Geralmente depois dos 20 anos em mulheres e dos homens em 30.

- Não tem como Evitar um varizes, mas dá pra prevenir complicações, mantendo o peso ideal, fazendo exercícios e não tendão muitas gestações - pondera Toledo.

A jornalista Débora Silva, 25 anos, tem várias microvarizes. Embora não sinta dores, o problema uma incomoda esteticamente. Débora evita usar saias e biquínis e vestidos curtos, pois tem vergonha das pernas:

Todas as mulheres da minha Têm família. Em mim, apareceram quanto tinha 18 anos e com o tempo trabalhando só sentada pioraram. Meu medo é agravar ainda mais quando eu engravidar - conta. - Nunca fiz tratamento.

Edson Neves pondera que quanto mais cedo começar o tratamento melhor. A pessoa DEVE fazer um ultrassom vascular indolor, em que 10 minutos dá uma avaliação do fluxo venoso dos membros inferiores para ver se está com varizes.

O médico escuta a artéria eo vaso e, de acordo com uma pressão, dá pra ver se tem alguma insuficiência - explica o angiologista. - A pessoa então, começa a usar meia elástica, fazer dieta, e se hidratar, o que é fundamental para Melhorar o fluxo sangüíneo.

Segundo Neves, é indicado fazer caminhadas, sobretudo na areia, para Evitar que uma mobilidade articular Diminua o que propicia um dos vasos congestionamento. Exercícios de musculação pueden ser feitos, mas para quem tem insuficiência profunda não é indicado. É melhor exercícios com menos impacto, pouca carga e mais repetições.

A drenagem linfática também é muito indicada para Evitar os edemas e prevenir varizes. Pode ser feita até durante uma gravidez - acrescenta o médico.

As varizes también aparecer outros locais do corpo em face, como, costas e abdômen.

Angiologia - Como se Livrar das varizes Rapidamente e sem dor

A dentista Neli Beatriz, 44 anos, fez o tratamento com espuma e ficou muito satisfeita com o resultado:

Gêmeos Minhas varizes apareceram quando estava grávida dos primeiros filhos,. Fiz tratamento cirúrgico, mas depois engravidei de novo e outras apareceram - conta Neli. - Fui procurar o tratamento com espuma por ser menos traumático. Em cinco meses, sumiu tudo. A aplicação é tranqüila, dá uma leve ardência. Fiquei só com algumas manchas, que saíram com pomada.

O tratamento mais usado hoje para as veias de grosso calibre é a cirurgia convencional, que remove a veia. O procedimento Requer um dia de hospitalização, anestesia geral, raquidiana ou peridural, mas é eficiente. Outro método é o laser endovascular - uma fibra ótica é Introduzida dentro da veia ea queima por dentro.

A Desvantagem é que o laser dói e é mais caro - pondera o angiologista.

Segundo o médico, o tratamento com espuma custa em média 4 mil reais nas duas pernas. A cirurgia aproximadamente 15 mil eo laser de quase 20 mil. Mas o preço varia de lugar a lugar. Para os vasos menores, é indicado um Escleroterapia - Pequenas Injeções locais de químicos líquidos. Neste caso, o preço da sessão é o da consulta médica.

Edson Neves, da SBACV, acrescenta que também existem aparelhos de radiofreqüência para tratar varizes, MAS A maioria dos médicos prefere o tratamento de estreoterapia Química ", que não tem risco nenhum e dá ótimo resultado".

Remoção Segura

Remover uma veia, como acontece na cirurgia grave, parece, mas na verdade não traz danos. As principais veias, que trazem o sangue do pé para o coração, transportam 80% do sangue. As demais, onde se manifestam como varizes, estão entre uma musculatura ea perna, na gordura. Numa veia doente, o sangue fica num movimento de vai-e-vem, sem circular CORRETAMENTE. Ela já não cumpre uma Função, e não fará falta. O sistema profundo compensa sua falha.

A variz pode causar danos à saúde. Se a veia dilata muito, uma pessoa pode ter uma inflamação, úlcera ou uma trombose grave.

Tratar varize não é só uma questão estética - pondera Neves. - Quando começa a doer ea veia está endurecida, vermelha e doída, é sinal que há complicação e é melhor tratar. Entre uma pessoa ter varize leve e uma ferida mais grave pode levar 20 anos, por isso é bom resolver logo.


Segundo o site: www.varizes.com estes artigos foram publicados no jornal do Brasil no dia 27 de janeiro de 2008.

O stress também pode engordar...

URGENTE !!!





Seus danos à saúde psicológica já são sentidos por milhões de pessoas no mundo inteiro, mas uma nova pesquisa revela que o estresse também pode resultar em vários quilinhos a mais. Um livro sobre dietas, que acaba de ser lançado, sugere que o estresse crônico e implacável pode levar a um perigoso ganho de peso, pelo menos em homens e mulheres de meia-idade. Pamela Peeke, autora de "Fight Fat After Forty" ("Lutando contra a gordura depois dos 40") e monitora da Escola de Medicina da Universidade de Maryland, em Baltimore, sustenta que o cérebro libera um hormônio do estresse quando as pessoas são expostas a situações desgastantes. Tal hormônio, em troca, provoca uma reação em cadeia que faz com que determinadas células retenham mais gordura. "Há receptores especiais nas células de gordura mais profundas do abdômen, as quais têm a função específica de fisgar o hormônio do estresse.



O que acontece ?

É que o hormônio do estresse as estimula a aceitar a gordura", diz Peeke, que também é cientista do Instituto Nacional de Saúde. Segundo Peeke, o corpo humano tem uma predisposição para armazenar gordura quando o chamado mecanismo de defesa "combate ou fuga", em que o coração acelerado pode irrigar os músculos com um volume maior de sangue, é acionado. O problema é que o cérebro, diz Peeke, não sabe diferenciar entre o estresse crônico e o estresse diário. Além disso, as técnicas de relaxamento podem não ser suficientes, uma vez que a melhor maneira de bloquear os hormônios do estresse é através da endorfina beta, produzida durante exercícios, notou a cientista em seu livro. "O levantamento de peso, praticado rotineiramente por homens e mulheres -- isso quer dizer duas vezes por semana, por 30 a 40 minutos e de forma vigorosa --, é realmente a saída", analisou Peeke. Hábitos alimentares saudáveis também ajudam. Os conselhos de Peeke são: tentar limitar a ingestão de proteínas e evitar amidos após as cinco horas da tarde, especialmente. Os especialistas ressaltam que o papel exato do estresse no aumento de peso ainda tem que ser comprovado, mas que a compreensão das fontes do problema são o caminho para a descoberta da solução.

Fonte:CNNemPortugues

domingo, 2 de maio de 2010

Os animais domésticos também enfrentam o stress.



O site: http://www.necessaire.com.br  oferece informações importantes sobre esse assunto, leia a matéria a seguir:/ 

Situações adversas estão constantemente presentes na rotina das pessoas, trazendo muitas vezes o cansaço físico-mental e estresse. Isso, porém, não é restrito apenas às pessoas. Os animais domésticos também enfrentam esse problema. Segundo Silvia Robles Reis Duarte, zootecnista do departamento técnico da Vetnil, os bichos de estimação costumam desenvolver uma relação de dependência e dominância sobre os donos, sendo muito sensíveis a uma relação instável ou até mesmo ao cotidiano do proprietário. Algumas situações, muitas vezes tidas como engraçadas, como o cão correr freneticamente ao redor da vasilha de comida quando o dono chega em casa após um período de trabalho, por exemplo, pode ser um sinal de estresse. "Atitudes como cavar, morder, arranhar portas e janelas, uivar, latir, chorar e urinar e defecar em lugares impróprios são sintomas comuns desta alteração. A primeira coisa que vem à cabeça do proprietário é classificar o animal como desobediente ou mal-educado. "Mas o que pode estar ocorrendo na verdade é o acometimento do animal por estresse", diz Souza.

Sabe-se que o estresse pode trazer diversos danos à saúde das pessoas. No caso dos bichos de estimação, não é diferente. A veterinária Monisa Corraini explica que, acometidos por estresse, eles podem desenvolver problemas gástricos ou até tornarem-se agressivos. Dentre as situações que podem desencadear o estresse em animais domésticos estão: períodos de fome ou sede; viagens; falta ou excesso de exercícios; solidão; mudanças na rotina; ambiente conturbado - por exemplo, presença de outros animais ou pessoas desconhecidas; datas festivas - fogos de artifício; banho e tosa; consultas veterinárias; participação em exposições ou competições; etc.

Além de estarem atentos a essas situações adversas, os donos de animais de estimação também podem lançar mão de suplementos nutricionais com função antiestresse, já disponíveis no mercado. É caso do Triptophan, fabricado pela Vetnil - um dos maiores laboratórios veterinários do País, que apresenta fórmula à base de Triptofano, Magnésio, Vitamina B1 e Extrato Protéico Vegetal, indicado justamente para diminuir o estado de inquietação do animal. É ideal para animais que participam de competições, pois não afeta o desempenho dos mesmos.










"Ciber-Geografia, Mapas Culturais e Mentais: Teorias, Tecnologias e Métodos de Análise"

CONVITE



A professora Phrygia Arruda convida a todos para a palestra que será proferida pelo Professor Dr Fivos Papadimitriou (Professor-Counsellor in Geography, The Greek Public Open University, Greece),-"Ciber-Geografia, Mapas Culturais e Mentais: Teorias, Tecnologias e Métodos de Análise";

DATA: 07 de Maio de 2010

HORÁRIO: 10h

LOCAL: Sala 02 do Instituto de Psicologia UFRJ(2º andar)

Av. Pasteur, 250 - Pavilhão Newton Campos - Campus da Praia Vermelha.

tel: (21) 3873 -5342

Domenico Losurdo no Brasil – Conferências para lançamento do livro “A Linguagem do Império – Léxico da Ideologia Estadunidense”.

Conferência do Professor italiano Domenico Losurdo (importante Filósofo Marxista e historiador, professor da Università di Urbino, Itália), promovida pelo Programa Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana, que ocorrerá no dia, horário e local abaixo:

Domenico Losurdo no Brasil – Conferências para lançamento do livro “A Linguagem do Império – Léxico da Ideologia Estadunidense”.



- Data: 14 de maio de 2010.

- Horário: 18 horas.

- Local: Capela Ecumênica.



PPFH - : 2334-2270


sábado, 1 de maio de 2010

Workshop: A utilização de histórias terapêuticas e metáforas na clínica infantil

Proposta do Workshop

A natureza e magia da metáfora


A metáfora na terapia com crianças


Histórias e metáforas: informam, mudam, inspiram, despertam emoções ...


Ingredientes das metáforas terapêuticas


Como construir histórias com metáforas terapêuticas


Metáforas baseadas em heróis


Metáforas baseadas na imaginação


Metáforas baseadas na própria história da criança


Metáforas baseadas na experiência clínica

Exemplos de histórias terapêuticas e metáforas aplicadas à clínica infantil


Público alvo


Psicólogos e alunos de cursos de Psicologia.


Local: AVM Downtown Bloco 15 Sala 202


Data: 15/05/2010 - Sábado


Hora: De 9:30 às 16:30h.


Intervalo para almoço: 12:30 às 13:30 h.


Vagas Limitadas



Investimento


R$ 180,00


Material didático incluído.



Inscrições e pagamento


1) Preencha o formulário eletrônico no site.


2) Aguarde e, no máximo, no período de 24 horas, você receberá um e-mail com o nosso ok de recebimento de sua ficha de inscrição e enviaremos os dados bancários para o pagamento do workshop.



Para se inscrever no workshop: www.quartetoeditora.com




segunda-feira, 26 de abril de 2010

Síndrome de Burnout em professores da rede pública

Produção
Print version ISSN 0103-6513

LEVY, Gisele Cristine Tenório de Machado; NUNES SOBRINHO, Francisco de Paula and SOUZA, Carlos Alberto Absalão de. Síndrome de Burnout em professores da rede pública. Prod. [online]. 2009, vol.19, n.3, pp. 458-465. ISSN 0103-6513. doi: 10.1590/S0103-65132009000300004.

Abstract

O índice de Burnout foi avaliado em 119 professores da rede pública do ensino fundamental. Os instrumentos de medida consistiram do CBP-R Questionário de Burnout para Professores - R (Moreno; Garrosa; González, 2000) e de um inventário sociodemográfico. Os resultados indicaram que 70,13% dos participantes apresentavam sintomas de Burnout, sendo que 85% se sentiam ameaçados em sala de aula. Desses, 44% cumpriam jornada de trabalho superior a 60 horas semanais e 70% situavam-se em uma faixa etária inferior a 51 anos. Encontraram-se diferenças significativas para os fatores sentimento de ameaça em sala de aula, jornada de trabalho e idade, quando relacionados ao Burnout. Foram sugeridas alternativas para a humanização do posto de trabalho docente.

Keywords : Síndrome de Burnout; posto de trabalho docente; humanização do posto de trabalho.





quinta-feira, 22 de abril de 2010

Assedio Moral

O Assedio moral é considerado um fator significativo para o desenvolvimento do Burnout . Assista a entrevista do Programa do Jô 11:30 - TV Globo do dia 21/4,  e saiba mais sobre este assunto.

http://programadojo.globo.com/

terça-feira, 20 de abril de 2010

Stress e Gripe - Existe alguma relação ???

Quando damos de caras com um rinoceronte selvagem, torna-se bastante premente pensar muito rapidamente numa forma de fugir dali para fora o mais rápido possível. O corpo reage a esta situação de perigo, ou situação de stress, produzindo hormonas do stress como a adrenalina e o cortisol. Estas hormonas induzem a dilatação dos vasos sanguíneos dos nossos músculos, aumentam o nosso ritmo cardíaco e pressão arterial, e a dor é temporariamente suprimida. Este processo prepara o seu corpo para poder escapar à situação de perigo o mais rapidamente possível. Hoje em dia, as probabilidades de encontrar um rinoceronte selvagem ao virar da esquina são muito baixas, mas muitas outras situações podem ser indutoras de stress: um patrão que nos incita constantemente a desempenhar as nossas tarefas mais rápido; um exame difícil no dia seguinte; bem como a educação dos nossos filhos, são situações que podem aumentar os nossos níveis de stress.

Um dos efeitos secundários da adrenalina e do cortisol é que o sistema imune é temporariamente suprimido. Quando uma situação de perigo está presente apenas por um curto espaço de tempo, isto é bastante útil: toda a nossa energia deve ser usada para escapar à situação de perigo iminente. No entanto, pessoas constantemente expostas a situações menos intensas de stress mantêm a longo prazo níveis elevados destas hormonas. Estas pessoas, cronicamente sob stress, são desta forma mais vulneráveis à infecção por bactérias e vírus como o vírus da gripe. É também sabido que o stress pode temporariamente piorar os sintomas de doenças auto-imunes como a Esclerose Múltipla e o reumático.


Um estudo sobre o stress no projecto Holandês

Durante o projecto de monitorização da gripe na Holanda em 2004-2005, um questionário extra por mês foi apresentado aos participantes para analisar a relação entre o stress e o risco de contrair gripe. Entre outras perguntas, os participantes eram convidados a responder sobre quão relaxados se encontravam naquele momento, se as coisas lhes corriam como planeado e se eventos de irritação afectavam as suas actividades.

Os resultados mostraram, como esperado, que as pessoas sob maiores doses de stress sofrem de facto mais síndromas gripais (1,27 vezes mais que a média). Surpreendentemente, o grupo que apresentava mais vezes a doença foi o dos homens extrovertidos (1,39 vezes mais que a média). Para ser infectado com o vírus da gripe, é necessário entrar em contacto com o próprio vírus. Os homens extrovertidos serão possivelmente mais activos socialmente, e consequentemente estão em maior risco de entrar em contacto com uma pessoa infectada. Os dados do projecto apontam para uma maior influência do stress nos homens do que nas mulheres, mas as razões para isto não são claras.

Publicado por RPA às fevereiro 10, 2006 12:17 PM

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Professores a beira de um ataque de nervos.

http://www.mentecerebro.com.br/noticias/professores_a_beira_de_um_ataque_de_nervos.html

Chá preto reduz os níveis de hormônio cortisol em pessoas estressadas.

A matéria publicada pela revista Mente e Cerebro do dia 15 de novembro de 2009 afirma que: " Chá diminui consequências físicas do stress " e prossegue " Hábito inglês reduz níveis de cortisol e riscos de doenças cardíacas".  

Segundo esta revista, esse estudo foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Londres e publicado pela Psychopharmacology. Os especialistas apontam que 4 xícaras de chá preto durante cinco dias são suficientes para reduzir os níveis de hormônio cortisol em pessoas estressadas. Mas o que desfia os pesquisadores ainda é descobrir quais são as substâncias existentes no chá responsáveis por esse efeito.

Os pesquisadores fazem uma distinção entre o stress subjetivo e a produção do hormonio do stress, eles explicam que : “Embora não pareça reduzir o stress subjetivo, o chá preto diminui significativamente os níveis de hormônio do stress, protegendo o organismo do risco de patologias crônicas e particularmente de doenças cardíacas”, explica Andrew Steptoe, coordenador da pesquisa.

Portanto o hábito de tomar chá continua sendo saudável, já dizia minha bisavô...


sábado, 27 de março de 2010

BURNOUT: Adoecendo os professores.

Gisele Cristine Tenorio de M. Levy


Um efeito significativo do processo de mudança nas relações de trabalho pode ser evidenciado por meio da disseminação progressiva da Síndrome de Burnout entre os trabalhadores. O conjunto de sintomas denominado Burnout é considerado um tipo de stress ocupacional por tratar-se de uma Síndrome desencadeada pelas relações geradas no trabalho assistencial (NUNES SOBRINHO, 2002; REINHOLD, 2002).

Embora não haja, na literatura, um consenso em relação à gênese do Burnout e do stress ocupacional, Abreu et al (2002) discutem o fato de o stress e o Burnout serem ocasionados a partir de situações relacionadas ao ambiente de trabalho. Hespanhol (2005), ao fazer uma abordagem sobre o Burnout e o stress ocupacional, afirma que o stress ocupacional em extremo pode provocar a Síndrome de Burnout. Alguns autores, porém, divergem dessa opinião. Novaes (2004) explica que existem diferenças entre o stress ocupacional e o Burnout, pois segundo ela, o Burnout se refere, exclusivamente, ao aspecto relacional, ao contato intenso com pessoas, caracterizando exclusivamente as profissões assistenciais.

Abreu et al (2002) concordam com esta opinião, pois, segundo os autores, Síndrome de Burnout não é o mesmo que stress ocupacional. Eles explicam que o Burnout é resultado de um prolongado processo de tentativas de lidar com determinadas condições de stress. Desta forma, o stress pode ser visto apenas como um determinante para a Síndrome de Burnout.

Apesar das divergências, todos os autores são unânimes quanto ao fato de a Síndrome ser caracterizada como uma resposta ao stress laboral crônico e estar vinculada a sintomas negativos de ordem prática e emocional, envolvendo sentimentos de frustração relacionados ao trabalho. (BORRITZ 2006; CARLOTTO & PALAZZO, 2005; GARCIA & BENEVIDES-PEREIRA, 2003; Abreu et al, 2002; REINHOLD, 2002; DWORKIN, 2001).

O conceito de Burnout se desenvolveu nos Estados Unidos, na década de 70. Anteriormente, outros termos, como "alta exigência", "astenia neurocirculatória" e "fadiga industrial" também foram relacionados ao estado de esgotamento do trabalhador. Embora Christina Maslach e Herbert Freudenberger tenham sido apontados como pioneiros nos estudos sobre a Síndrome, Novaes (2004) citando Benevides-Pereira (2002), aponta que o termo foi adotado primeiramente por Brandley (1969), que teria utilizado o termo “staff Burnout”, referindo-se ao fenômeno psicológico que ocorre com trabalhadores assistenciais. Freudenberger (1974) aplicou o termo Burnout no sentido que é usado hoje (NOVAES, 2004; CARLOTTO, 2002; CODO, 1999).

Atualmente a definição mais aceita da Síndrome de Burnout está baseada na perspectiva sócio-psicológica de Maslach e colaboradores (1986). Os autores descrevem o Burnout como um stress laboral que conduz a um tratamento frio e indiferente com o cliente. Segundo essa leitura, variáveis sócio-ambientais são importantes para o desenvolvimento da Síndrome que é compreendida através de três dimensões: exaustão emocional, despersonalização e baixa realização pessoal (MALAGRIS, 2002; CARLOTTO, 2002; CODO, 1999).

Exaustão emocional – situação em que os trabalhadores sentem que não podem dar mais de si mesmos, em nível afetivo. Percebem esgotada a energia e os recursos emocionais próprios, devido ao contato diário com os problemas. Despersonalização – desenvolvimento de sentimentos e atitudes negativas e de cinismo às pessoas destinatárias do trabalho (usuário/clientes) – endurecimento afetivo, “coisificação” da relação. Falta de envolvimento pessoal no trabalho – tendência de uma “evolução negativa”, afetando a habilidade para a realização do trabalho e o atendimento, ou contato com as pessoas usuárias do trabalho, bem como com a organização. Além da vertente sócio-psicológica, a Síndrome de Burnout pode ser explicada por diferentes concepções: clínica, organizacional e sócio-histórica. Freudenberger (1974) defende uma perspectiva clínica, sob a qual o Burnout representa um estado de exaustão, resultado de um trabalho extenuante, corroborando para que o educador deixe de lado até mesmo suas necessidades. Cherniss (1980) adota um ponto de vista organizacional e explica que os sintomas que compõem a Síndrome são respostas a uma demanda de trabalho estressante, frustrante e monótono. E por fim, Sarason (1983) aponta uma perspectiva sócio-histórica, e explica que, quando as condições sociais não canalizam o interesse de uma pessoa para ajudar a outra, é difícil manter o comprometimento no trabalho e servir aos demais (FARENHOF & FARENHOF, 2002).

Levando em consideração a evolução do de Burnout no trabalho docente sob a perspectiva psicossocial, Codo (1999) explica que as atividades assistenciais detêm uma particularidade estrutural, que é a necessidade do investimento de energia afetiva, para que se alcance os seus objetivos,ou seja, a promoção do bem-estar do outro. No caso da profissão docente, que se caracteriza pelo contato intenso com o alunado, o mesmo acontece. Assim, é necessário que o professor estabeleça um vínculo afetivo com o seu trabalho para que possa efetivar suas atividades. Caso contrário, a deterioração da relação de afeto devido ao desgaste diário na relação com o aluno, conduz o professor a um sentimento de exaustão emocional, caracterizado pelo total esgotamento da energia física e mental. Este estado contínuo de exaustão irá conduzir o profissional a um sentimento de baixa realização pessoal no trabalho, caracterizado pela ausência do vínculo de afeto, imprescindível a esse tipo de atividade. Na etapa da despersonalização, este vínculo é substituído por outro, racional, no qual o professor desenvolve atitudes negativas e críticas em relação ao aluno.

O trabalho passa, então, a ser considerado, apenas, pelo seu valor de troca, de “coisificação”. O aluno e todo o universo que compõe sua atividade profissional passam a ter um tratamento de objeto, descaracterizando totalmente a profissão. É esta perda do sentido do trabalho que se constitui num dos principais fatores responsáveis pelos inúmeros casos de absenteísmo e afastamento do professor. Como aponta MALAGRIS (2004, p.203) “... como o Burnout costuma surgir em áreas onde as pessoas têm mais aspirações, a frustração e a decepção são muito grandes, ocorrendo a perda do sentido no trabalho.”

Considerando a evolução da Síndrome de Burnout, conseqüência de um stress crônico e prolongado, a sensação de perda da energia e falta de disposição em relação ao trabalho, ocorrem de forma gradual, lenta e frequentemente imperceptível. Afetando de maneira significativa a relação entre o indivíduo e suas tarefas. Gimarães e Cardoso (1999) (apud Cornnell,1982) propõe um esquema de sintomas presentes na Síndrome de Burnout, que podem ser apresentados pelo indivíduo.

Sintomas físicos: são similares aos do stress ocupacional, são eles: 1. A fadiga, a sensação exaustão (cansaço crônico), 2. Indiferença ou frieza, 3. Sensação de baixo rendimento profissional, 4. Freqüentes dores de cabeça, 5. Distúrbios gastrintestinais, 6. Alterações do sono (insônia) e 7. Dificuldades respiratórias.

Os Sintomas de conduta: se revelam sob a forma de graves alterações no comportamento que usualmente afetam aos colegas, pacientes, familiares de pacientes e inclusive seus próprios familiares.

Os Sintomas psicológicos: podem aparecer mudanças de comportamento, tais como: trabalhar de forma mais intensa, sentimento de impotência frente a situações da rotina de trabalho, irritabilidade, falta de atenção, aumento do absenteísmo, sentimento de responsabilidade exagerado, atitude negativa, rigidez, baixo nível de entusiasmo, o consumo de álcool e drogas, como uma forma de minimizar os efeitos do cansaço e do esgotamento. Frente a estas questões, muitos pesquisadores vêm estudando o fenômeno do Burnout na Educação. Nunes Sobrinho et al (1988) desenvolveram uma pesquisa com o objetivo de investigar a incidência da Síndrome de Burnout em 119 professores do ensino especial, de Rede Pública Municipal.Para a coleta de dados foi utilizado o (MBI) Inventário Maslach de Burnout. Um dos resultados da pesquisa indicou que os professores que apresentaram maior índice de Burnout eram os que atendiam deficientes auditivos e não haviam recebido qualquer treinamento para lidar com estes portadores de necessidades educativas especiais. De acordo com os resultados, os pesquisadores sugerem que a instalação do processo de stress ocupacional se deva, principalmente, à impossibilidade de o profissional solucionar as questões referentes ao seu posto de trabalho.Assim, a impossibilidade de solucionar situações no cotidiano escolar leva o professor a sofrer de Burnout.

Na pesquisa de Ogeda, et al (2002), Burnout em Professores: a Síndrome do Século XXI Foi realizada uma análise sobre a perspectiva organizacional da Síndrome de Burnout junto aos professores da Rede Municipal de Campo Largo/ Paraná. Participaram da pesquisa 353 professores, que responderam ao (MBI) Maslach Burnout Inventory (Maslach & Jackson, 1986) para avaliar o índice de Burnout. Os pesquisadores constataram que a maioria dos participantes possuía indícios que se aproximavam dos aspetos da Síndrome de Burnout, apresentando sintomas de exaustão emocional e física. Outra investigação, intitulada Síndrome de Burnout e Fatores Associados: um estudo epidemiológico com professores (Carlotto & Palazzo, 2006), teve como objetivo identificar o índice da Síndrome de Burnout em professores com a análise das variáveis demográficas, laborais e os fatores contribuintes para o stress. A população foi composta por 217 professores de escolas particulares de uma cidade da região metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul/ Brasil. Para tanto, foram utilizados o Maslach Burnout Inventory (MBI), para medir o índice de Burnout e um inventário sócio-demográfico. Os resultados obtidos revelaram que o mau comportamento dos alunos, as expectativas dos seus familiares e a pouca participação do professor nas decisões institucionais foram os fatores de stress que apresentaram associação direta com as dimensões de Burnout. Quanto às dimensões “Exaustão emocional”, “Despersonalização” e diminuição da “Realização pessoal”, que compõem o Burnout, foram revelados baixos índices.

O número das pesquisas empreendidas sobre a extensão dos efeitos da Síndrome de Burnout, na saúde dos professores, é muito significativo. O mesmo se repete nas investigações voltadas a outras áreas, como a medicina, psicologia, psiquiatria, ergonomia organizacional (SILVEIRA, et al, 2005; Oliveira. & Slavutzky,2005; SPIES, 2004; PEREIRA & JIMENEZ; 2003, VOLPATO, 2003). Silveira et al (2005) investigaram a incidência da Síndrome de Burnout em 60 policiais civis que trabalham no município de Porto Alegre/RS. Para a coleta de dados foram criados dois grupos: um grupo de 35 policiais envolvidos em atividades externas e outro com 25 policiais envolvidos em atividades internas. O instrumento utilizado para a análise do índice de Burnout, foi o (MBI) Maslach Burnout Inventory. Ao final, a investigação revelou que não houve diferença estatisticamente significativa entre os dois grupos de policiais no que se refere a cada um dos três fatores constituintes da Síndrome “Exaustão emocional”, “Despersonalização” e “Realização pessoal”. A partir deste resultado, os autores sugerem que os sintomas vinculados à Síndrome não são determinados pelo tipo de atividade desempenhada, e alertam para a necessidade de estudos mais amplos que possam aprimorar as investigações sobre o Burnout e sua relação com o trabalho policial.

Oliveira & Slavutzky (2005), em A Síndrome de Burnout nos Cirurgiões-Dentistas de Porto Alegre, investigou-se o nível de Burnout, em uma amostra de 169 cirurgiões-dentistas de Porto Alegre/RS. Como instrumento para coleta de dados foi utilizado um questionário auto-aplicativo, (MBI) Maslach Burnout Inventory. “Ao final da pesquisa foi constatado que os participantes apresentaram baixos índices nas dimensões: “Esgotamento emocional”, “Despersonalização” e “ Realização pessoal”, não sendo detectadas taxas altas de Burnout.

A pesquisa Burnout in occupational therapy: an analysis focused on the level of individual and organizacional consequences (GUTIÉRREZ et al, 2004) teve como objetivo a análise dos diferentes tipos de desgaste profissional, tomando como referência os fatores organizacionais e a Síndrome de Burnout. A amostra foi composta de 110 terapeutas ocupacionais da região autônoma de Madrid que atuavam em instituições que ofereciam serviço de terapia ocupacional. Destes, 89% pertenciam ao gênero feminino e 10%, ao gênero masculino. Os instrumentos para a coleta de dados foram: revisão bibliográfica, entrevistas e um inventário que analisa o índice de Burnout em profissionais de enfermagem (CDPE) Cuestionario de Desgaste Profesional de Enfermería (MORENO-JIMÉNEZ, et al, 2000). Os resultados da pesquisa revelaram associações altamente significativas entre a Síndrome de Burnout e conseqüências adversas relacionadas à saúde e ao campo interpessoal dos participantes. Além disto, indicou a relevância dos fatores relacionados com a sobrecarga do trabalho, as características da tarefa, a falta de amparo e com o reconhecimento por parte dos colegas.

Através da revisão bibliográfica, ficam evidentes os efeitos danosos da Síndrome de Burnout sobre a saúde do professor, colaborando para seu adoecimento e o impossibilitando de realizar plenamente suas tarefas. Neste contexto, é necessária uma reflexão sobre alguns dos fatores que contribuem para o desenvolvimento da Síndrome.



Referências:

ABREU, et al. Estresse ocupacional e Síndrome de Burnout no exercício profissional da psicologia, Brasília: UNISINOS. Centro de Ciências da Saúde. Núcleo de Neurociências, 2002.

CODO, Wanderley (Coord.). Educação: carinho e trabalho. Petrópolis: Vozes, 1999.

CARLOTTO, M. Síndrome de Burnout e Gênero e o Docentes de Instituições Particulares de Ensino. Revista de Psicologia da UnC, n.1, vol. 1, p. 15-23. 2003.

CARLOTTO, S. M.; CAMARA, G. S. Análise Fatorial do Maslach Burnout Inventory (MBI) em uma amostra de professores de instituições particulares. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 9, n. 3, p. 499-505, set./dez. 2004.

CARLOTTO M. S.; PALAZZO L. S. Síndrome de burnout e fatores associados: um estudo epidemiológico com professores Universidade Luterana do Brasil, Canoas, Brasil, 2006.

GOMES L. Trabalho Multifacetado de Professores/As: A Saúde Entre Limites. Rio de Janeiro, FIOCRUZ, 2002, Dissertação apresentada para a obtenção do título de mestre em ciências na área de saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz-Escola Nacional de Saúde Pública – ENSP, 2002.

HESPANHOL, A. Burnout e Stress Ocupacional. Revista Portuguesa de Psicossomática. V.7, n. 1 e 2, jan./dez. 2005.

LEVY, Gisele Cristine T. M. Analise do índice de Burnout em professores da rede pública de ensino. Dissertação Mestrado em Educação – UERJ /PROPED. Rio de Janeiro, 2006.

LEVY, Gisele Cristine T. M. O papel do professor na educação inclusiva. In: FACION, J. Raimundo (org.), Inclusão Escolar e suas implicações. Curitiba, ED. IBPEX, 2008.

LIMA, Flávia Fatores contribuintes para o afastamento dos professores dos seus postos de trabalho, atuantes em escolas públicas municipais localizadas na região sudeste. Rio de Janeiro: UERJ, 2004. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-graduação em Educação, Faculdade de Educação, 2004.

LIPP, M. (Org.) O Stress do Professor. Campinas, São Paulo, Ed. Papirus, 2002.

NUNES SOBRINHO, Francisco de Paula; NASSARALLA, Iara (Orgs.). Pedagogia Institucional: fatores humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Zit Editores, 2004.

NUNES SOBRINHO et al. Humanização do posto de trabalho docente: uma alternativa ergonômica na inclusão educacional. In: NUNES SOBRINHO, Francisco de paula (ORG.) . Inclusão Educacional: pesquisa e interfaces. Rio de Janeiro: Livre Expressão, 2003.

______. O stress do professor do ensino fundamental: o enfoque da ergonomia. In: LIPP, Marilda et al. O stress do professor. Campinas: Papirus, 2002.

PEREIRA, Benevides. O Estado da Arte do Burnout no Brasil. Universidade Estadual de Maringá – PR, Departamento de Psicologia, 2002
PEREIRA, L. P.; FERREIRA, L. P. ANAIS II Congresso Brasileiro de Stress teoria e Pesquisa São Paulo/ SP 2005.
REINHOLD H. in: LIPP Marilda et al. O stress do professor. Campinas: Papirus, 2002.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Educação Inclusiva na França

O programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - PROPED, convida para a realização de um evento de importancia significativa tanto para a comunidade academica quanto a todos aqueles interessados no tema da INCLUSÃO.

Educação Inclusiva na França: formação de educadores e novos problemas

Palestra de Profa Dra Stefanie Gasse, do CIVIIC, da Université de Rouen/França -
Tradução consecutiva Profa Nilda Alves

Local: Auditório do Proped - Sala 12037 F

Período: 30 de março - 16:30 h

Inscrições: Não há necessidade.

Organização: Laboratório de Educação e Imagem - Proped/UERJ

Apoio: CIVIIC, da Université de Rouen/França

Fonte: Consulte sempre a página de eventos do Proped: www.proped.pro.br

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Sorria e ilumine o seu dia


  • Materia retirada do site Persona, escrita por Carolina Arêas.



Dizem que um sorriso sincero é capaz de derreter até o mais duro dos corações. E é verdade. Uma pessoa sorridente ilumina um ambiente e irradia felicidade. E mais: o riso compartilhado aproxima as pessoas e aumenta o contentamento e a intimidade. Então, está esperando o que para começar a sorrir?

Sim, isto mesmo, sorria mesmo que você não esteja no melhor dos dias. Estudos sugerem que sorrir influencia positivamente seu humor. E também ajuda você a manter-se positivo. Experimente, por exemplo, sustentar o sorriso enquanto pensa em algo negativo. É muito difícil. Enquanto sorrimos, estamos enviando uma mensagem para nós mesmos de que a vida é bela. "Enquanto sorrimos, estamos enviando uma mensagem para nós mesmos de que a vida é bela. "



Acostumada a tornar os sorrisos bonitos, a dentista Fabiana Trevisan atesta em seu consultório a importância do riso na vida das pessoas. "Quando alguém tem algum problema nos dentes, principalmente nos da frente, ela não dá risada com medo de expôr os dentes e, com isto, acaba se tornando uma pessoa triste. Com a restauração dos dentes, ela podem sorrir de novo, naturalmente fica mais confiante e, com certeza, mais feliz!", conta Fabiana.

Sinta-se bem e propague sua felicidade

E para quem ainda não está satisfeito, tem mais. Sorrir estimula o sistema imunológico, alivia o estresse e libera endorfinas e seratoninas que juntas fazem qualquer um se sentir melhor.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, garantem que felicidade é contagiante, sim. De acordo com a pesquisa, quando alguma coisa boa acontece a alguém, a felicidade resultante irradia-se externamente e propaga-se pelo ambiente. E isto não acontece só entre as relações próximas. Até um estranho feliz e sorridente pode influenciar você. Ou vai negar que mesmo num dia em que você não está com o melhor dos humores, mas encontra no elevador alguém assoviando uma canção alegre e que abre o maior sorriso para você, assim do nada, isto não é capaz de te despertar algo bom?

Na próxima vez em que estiver se sentindo para baixo, tente sorrir. A chance de você se sentir melhor é enorme. Pense em coisas que lhe evoquem bons momentos, ouça uma música bonita, assista a um filme divertido. Outra universidade americana, a Loma Linda University School of Medicine, também descobriu através de pesquisas que as pessoas que assistem a comédias experimentam uma diminuição de alguns hormônios relacionados ao estresse. Portanto, permita-se mais situações que despertem o riso em você.

Cultive momentos felizes, espalhe sorrisos por aí e estará num bom caminho para manter-se longe da depressão, do estresse e das preocupações!




quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Agressão contra professor pode virar crime



Projeto da Câmara prevê detenção de um a quatro anos
para os casos de agressão física.

Uma lei pretende criminalizar a agressão contra professores, dirigentes educacionais, orientadores e agentes administrativos de escolas no país. O texto altera um decreto que trata, em parte, do crime de desacato ao funcionário público.

O projeto do deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) prevê detenção de um a quatro anos para os casos de agressão física - nos casos de agressão moral, haverá multa ou detenção de três a nove meses de prisão. Se o agressor for menor de idade, ele deverá cumprir as penas estabelecidas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. A proposta define o Pnave (Programa Nacional de Prevenção à Violência contra Educadores), com previsão de implementação de medidas preventivas, cautelares e punitivas da violência contra professores, desde campanhas educativas a afastamento do aluno.

Como justificativa, Rollemberg cita pesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) com o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo. O levantamento, feito com dados de 2006, aponta as agressões verbais entre professor e aluno como a queixa mais comum dos educadores. Segundo o deputado, "dentre os 684 professores entrevistados, 82,2% afirmaram ter sofrido alguma forma de violência física ou psicológica no exercício do magistério".

Antes de ser votado no Plenário da Câmara dos Deputados, o projeto deverá ser analisado pelas comissões de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.




O STRESS DO PROFESSOR: Gerenciamento e Qualidade de Vida


Abordar o fenômeno do stress docente, através do estudo dos principais indicadores da síndrome, seus fatores contribuintes, aspectos jurídicos e técnicas de gerenciamento do stress.

Local: Largo do Machado, próximo ao metro.

Período de Realização: Abril/2010.

Investimento: 400,00

Dias da semana: A combinar.

Coordenação: Gisele Levy – Psicóloga, Mestre Educação UERJ e Doutoranda Políticas Públicas UERJ, Pesquisadora Núcleo de Pedagogia Institucional e GEPEB grupo de Pesquisa em Estresse e Burnout UEM.


Inscrições pelo e-mail:

gisletlevy@hotmail.com

http://www.vivasemstress@blogspot.com

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Grupo de Estudos: Stress e Qualidade de Vida.

Objetivo Geral: Divulgar entre os interessados, através de dinâmicas, aulas expositivas e debates, informações sobre o fenômeno do stress e sua relação com a saúde, trabalho e os aspectos da vida moderna.

Duração: 3 semanas (Cada semana 1 encontro de duas horas/aula).

Grupo: Máximo 5 pessoas.

Valor: 300,00

Local: Largo do Machado, próximo ao metrô.

Início: Abril 2010

Inscrições: e-mail: giseletlevy@hotmail.com

Coordenação: Gisele Levy, Psicóloga, Mestre em Educação - PROPED/UERJ, Doutoranda PPFH/UERJ e Pesquisadora - NUPI/UERJ.

Conteúdo programático:

1º. Encontro: Definição e origem do stress.
2º. Encontro: Fatores contribuintes.
3º. Encontro: Estratégias de enfrentamento.

Referências:

LEVY, Gisele Cristine Tenorio de Machado ; NUNES SOBRINHO, F. P. ; ABSALAO, C. A. . Síndrome de Burnout em professores da rede pública. Produção. Produção (São Paulo. Impresso) , v. 19, p. 3, 2009.
LEVY, Gisele, O Papel do Professor na Educação Inclusiva. In: FACION, José Raimundo (Orgs.). IINCLUSÃO ESCOLAR e suas Implicações. Curitiba IBPEX 2008.
LEVY, Gisele O ADOLESCENTE E O STRESS. Rede Psy, Revista online, http://www.redepsi.com.br/portal/modules/contact/ 2008.
LEVY, Gisele Cristine T. M. Analise do índice de Burnout em professores da rede pública de ensino. Dissertação Mestrado em Educação – UERJ /PROPED. Rio de Janeiro, 2006.
LIPP, M. (Org.) O Stress do Professor. Campinas, São Paulo, Ed. Papirus, 2002.
MALAGRIS, Lúcia E. N. Burnout: o profissional em chamas. In: NUNES SOBRINHO, Francisco de Paula; NASSARALA, Iara (Orgs.). Pedagogia institucional: fatores humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Zit Editores, 2004.
NUNES SOBRINHO, Francisco de Paula; NASSARALLA, Iara (Orgs.). Pedagogia Institucional: fatores humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Zit Editores, 2004.
PEREIRA, Benevides. O Estado da Arte do Burnout no Brasil. Universidade Estadual de Maringá – PR, Departamento de Psicologia, 2002.
ESPINOSA, Mônica e JUSTO, F. Luiz. Estress e a Esclerose Múltipla, SCHERING - Making Medicine Work. www.esclarecimentomultiplo.com.br.