segunda-feira, 8 de setembro de 2014


Estresse do Professor: Gerenciamento e qualidade de vida.
Palestra APPAI - 09/2014

quarta-feira, 11 de junho de 2014

DICAS PARA O LÍDER ADMINISTRAR O STRESS NO TRABALHO.

Ficar estressado faz parte da vida, porém quando ele se torna recorrente os problemas aparecem. Mais sério ainda é quando o stress esta associado ao ambiente de trabalho, ai a situação só tendo a piorar. Então, se você é um líder, preste atenção Caso você fique estressado, sua equipe também ficará e se duvidar, eles ficarão mais estressados que você...”



DICAS PARA O LÍDER ADMINISTRAR O STRESS NO TRABALHO.

Gisele Levy 
Psicologa - Dra  Formação Humana

1.      Respeitar os seus limites e os da sua da equipe.
2.      Comunique-se, seja claro e objetivo.
3.   Realize metas em curto prazo e quando elas foram cumpridas pela equipe, de algum tipo de retorno, agradeça, elogie...
4.      Delegar responsabilidade é importante, porém tenha o cuidado de não sobrecarregar a equipe.
5.   Em caso de desespero, respire profundamente e pense: “ Eu sou somente um ser humano e não uma máquina.”
6.    Promova o “bom humor” entre a sua equipe. Não é para sair fazendo um campeonato de piadas, mas crie um ambiente minimamente agradável, sorria quando for possível e tente passar esta postura para a equipe.
7.    Estimule momentos de relaxamento – O desenvolvimento de programas de qualidade de vida vem bem a calhar.

8.   E lembre-se se você começar a ficar muito ansioso, tenha certeza que esse sentimento será percebido por toda a equipe, criando uma "bola de neve". Então, se percebeu que as coisas vão começar a “pegar fogo”, respire fundo e tente seguir algumas das dicas acima.


Boa sorte!!!

Vantagens de Ser Uma Pessoa Positiva




Ter uma filosofia de vida onde prime o positivismo é muito importante para te manter motivado e alegre em todas as atividades que realizes. A seguir, indicamos-te as 11 vantagens que tem o ser uma pessoa positiva
1. As pessoas positivas vivem mais tempo. Um estudo realizado com freiras, as quais regularmente expressam emoções positivas, demonstrou que o otimismo contribuiu a que vivessem em média mais 10 anos.
2. Os níveis de produtividade, rendimento e bons resultados nos meios de trabalho positivos superam aos de ambientes trabalhistas negativos.
3. As pessoas positivas que se dedicam à área de vendas, vendem mais produtos e serviços do que as pessimistas.
4. Os líderes positivos são capazes de tomar melhores decisões sob pressão.
5. Os casais têm muitas mais probabilidades de sucesso quando o casal experimenta maiores interações positivas.
6. As pessoas positivas que com regularidade expressam emoções que demonstram grande alegria são mais resistentes para enfrentar o estresse, os problemas e a adversidade.
7. Os seres humanos positivos são capazes de manter uma perspectiva mais ampla e ver os problemas desde um panorama mais elevado, o qual lhes ajuda a estabelecer melhores soluções.
8. Os pensamentos e emoções positivas neutralizam os efeitos negativos causados pelo estresse.
9. As emoções positivas como a gratidão e a apreciação, ajudam os atletas a render a um mais alto nível.
10. As pessoas positivas têm mais amigos, o qual é um fator crucial para a felicidade e a longevidade.
11. Os líderes positivos e populares têm mais probabilidades de obter o apoio dos demais, receber aumentos de salário, ascensões e conseguir um maior sucesso no mundo trabalhista.
(Universia México)

Resiliência: O Comportamento Dos Vencedores!

   
Dentro da Neuropsiquiatria, estudos têm demonstrado que nosso cérebro tem a capacidade de se moldar diante dos acontecimentos vivenciados em nosso dia-a-dia, sendo que o ambiente em que estamos inseridos tem grande papel transformador.

O iatista Lars Grael, o modelo Ranimiro Lotufo, o músico Ray Charles, o jogador Ronaldo “o fenômeno”, e tantos outros exemplos, relacionam situações diferentes de vida; mas, entretanto, unificam uma capacidade imprescindível para aqueles que, acima de tudo, buscam, na mudança, um processo de desenvolvimento e renovação.
Sabiamente, Carlos Drumond de Andrade, escreveu: “A dor é inevitável. O sofrimento, opcional”. Pois, sua lucidez poética já reverenciava uma das maiores capacidades humanas, atualmente muito discutida e valorizada, tanto na esfera pessoal quanto na corporativa: a Resiliência. Este termo provém das Ciências Exatas, especificamente, da Física; onde se define que Resiliência é a capacidade que um elemento tem em retornar ao seu estado inicial, após sofrer uma influência externa. Por mais que ele seja pressionado, o mesmo retorna ao seu estado original sem deformação.

Saímos da Ciência Lógica e entramos na humana definição de Resiliência. Dentro da Neuropsiquiatria, estudos têm demonstrado que nosso cérebro tem a capacidade de se moldar diante dos acontecimentos vivenciados em nosso dia-a-dia, sendo que o ambiente em que estamos inseridos tem grande papel transformador. Nesse sentido, nossa capacidade de renovação é completa. E não podia ser diferente com nossos pensamentos, atitudes e formas de assimilação para determinados acontecimentos. Na verdade, a maior certeza que temos é que o ser humano é único e diferente. Logo, há diferenças comportamentais em cada indivíduo. Certas pessoas tornam-se resignadas e acabam aceitando, passivamente, os dissabores da vida. Essa resignação compromete a ação de lutar contra o que ocorre, e a renúncia gera a acomodação frente a cada situação diferente e nova. Costuma-se dizer que tais pessoas sofrem da "Síndrome da Gabriela": "eu nasci assim, eu cresci assim, sempre fui assim. Gabriela... Sempre Gabriela...". Outras são, totalmente, reativas. O ambiente é que comanda sua satisfação pela vida. Suas reações são reclamar e praguejar, sendo que nem ao menos tomam alguma atitude efetiva para a mudança. A revolta é uma das principais características de comportamento. Mas, há aquelas que além de confrontarem as situações, enfrentam as tensões com desenvoltura, fazendo de cada experiência um aprendizado positivo. Ao invés de focarem no problema, focam na solução. Ou seja, desenvolveram ao longo da vida, umcomportamento resiliente.

Não é por casualidade que a palavra "desenvolveram" foi adicionada na frase acima. Todos nós podemos ser resilientes. A Resiliência não é um traço de caráter hereditário que possuímos ou deixamos de possuir. Trata-se de uma conquista pessoal. Não é à toa que a superação e o crescimento humano são potencializados em momentos de dificuldade! O ser humano precisa enfrentar desafios para testar seus próprios limites. Quantos de nós já não vivenciamos situações de total dificuldade e quando pensávamos que não haveria mais saída, tempo ou solução, acabamos reabastecendo-nos de mais energia ainda? Para responder tal questionamento, destaco duas variáveis fundamentais para o fortalecimento da Resiliência: disciplina e autoconfiança. A primeira vem através do tempo. Esta nos ensina que nosso processo evolutivo é construído diariamente; pois, o problema não está em nossa realidade, mas na forma como a interpretamos. Sabemos que não somos senhores do tempo, nem podemos evitar todas as situações desagradáveis; mas, a maneira como reagimos a elas é que definirá o nosso sucesso. Quanto à autoconfiança, essa é a maior característica do comportamento resiliente. A superação só acontece porque, antes de tudo, acreditamos em nosso potencial regenerativo, em nossa capacidade de crer e agir em prol do positivo.

Outra análise que pode ser feita, é que a baixa Resiliência tem legitimado a não permanência de muitos profissionais no mercado corporativo, pois nunca, em momento algum, fomos tão cobrados pela nossa capacidade de flexibilização diante das dificuldades. O indivíduo que não consegue gerenciar e reverter uma situação adversa, precisa mudar o foco, ajustar as velas, "resignificar" o seu modo de vida, para que tais obstáculos e acontecimentos diários sirvam como promoção de seu desenvolvimento pessoal e profissional.

A música ‘Volta por Cima’, de Paulo Vanzolini, tem muito a nos ensinar sobre Resiliência. O seu refrão diz: "...Reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima". E esse foi ocomportamento de um dos nossos maiores atletas brasileiros... Em setembro de 1998, o bicampeão em iatismo, Lars Schmidt Grael, teve sua perna direita amputada, devido a um acidente que interrompeu sua vitoriosa carreira esportista. Ao ser entrevistado e questionado sobre qual seria sido a lição aprendida desse episódio, Lars Grael concluiu: " O erro das pessoas, em geral, é se voltar para trás. Comparar o presente com o que tinham antes. Se eu fosse comparar minha vida anterior com a vida que levo hoje, com certeza teria entrado em depressão. Mas não adianta ficar olhando para trás. Temos que lidar com o "aqui e agora". Poderia ter sido pior, e tenho a obrigação de me sentir no lucro".

Autora: Karine Bighelini
Fonte: Portal RH.com.br

sexta-feira, 30 de maio de 2014

II SEMINÁRIO DA APUFPR-SSIND SOBRE ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO

II SEMINÁRIO DA APUFPR-SSIND SOBRE ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO - 30 E 31 DE MAIO 

PROGRAMAÇÃO: 30 de maio 19h - Mesa de abertura 19h30 - Palestra de abertura: Assédio moral no serviço público Margarida Barreto Médica e pesquisadora do Núcleo de Estudos Psicossociais da Dialética Exclusão/Inclusão Social 20h30 - Debate 31 de maio 9h - Palestra: Condições de Trabalho na Universidade Valdemar Sguissardi - Professor titular aposentado da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) 10h15 - Debate 14h - Mesa de encerramento: Assédio moral na universidade Roberto Heloani - Professor titular da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e membro fundador do site http://www.assediomoral.org/ 15h15 - Debate Local: AUDITÓRIO GRALHA AZUL (BLOCO DIDÁTICO I/ODONTOLOGIA) - CAMPUS JARDIM BOTÂNICO DA UFPR Entrada gratuita Para participar do evento é necessária a inscrição pelo e-mail psicologiaapufpr@gmail.com ou pelo telefone (41) 3151-9100

http://www.assediomoral.org/



quarta-feira, 30 de abril de 2014


sexta-feira, 28 de março de 2014

Professor é esfaqueado por estudante de 17 anos
Um professor da rede municipal de Camutanga, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, foi ferido a faca por um estudante de 17 anos. Alexandre José de Melo Coutinho, professor efetivo do Colégio Municipal Monsenhor Júlio Maria, de 56 anos de idade e professor há 27 anos, sofreu cinco perfurações de arma branca.
O caso aconteceu na noite da terça-feira passada, quando o professor saía da secretaria da unidade de ensino.

terça-feira, 18 de março de 2014

Matéria: Extra online 


http://extra.globo.com/emprego/o-burnout-da-seus-sinais-11910518.html



O 'burnout' dá seus sinais


Valor Online

Com mercados financeiros de muitas regiões alcançando altas recordes, a lógica sugere que os executivos deveriam se sentir mais felizes do que durante a crise econômica. Mas, para muitos no alto escalão das empresas, está ocorrendo o oposto - o que resulta em um número preocupante de suicídios de profissionais em diferentes partes do mundo nos meses recentes.
De acordo com Mark Winwood, diretor de serviços psicológicos da empresa de planos de saúde Axa PPP, esses acontecimentos não são surpreendentes após um longo período de crise. "As pessoas têm vivido com adrenalina alta nos últimos anos", diz o médico. "Depois de um tempo sem recarregar a bateria, é possível que se tornem, de repente, muito indispostas". Isso tem um nome: síndrome do "burnout".
Por que os executivos simplesmente não deixam o trabalho? Muitos sofrem do que Winwood chama de "confusão de prioridades", o que significa que eles não são capazes de ver como estão doentes e como têm pouco equilíbrio entre a vida e o trabalho.
Executivos do mercado financeiro, particularmente aquele de lugares como a City de Londres e Wall Street, frequentemente têm personalidade alfa - são competitivos, autocríticos e perfeccionistas, o que ajuda a aumentar o problema, diz Winwood. Apesar do estresse relacionado ao trabalho ser culpado na maior parte do tempo, na realidade esses profissionais muitas vezes sofrem de uma combinação de duas condições psicológicas comuns: depressão e ansiedade.
Para identificar quando isso acontece, segundo o médico, há sinais aos quais mesmo leigos podem ficar atentos.
Os sintomas psicológicos incluem a incapacidade de tomar decisões, a sensação de confusão mental ou uma agressividade incomum. As pessoas também podem sofrer mudanças bruscas de humor, sentir medo, perder a confiança ou se sentir desmotivadas.
Sinais físicos incluem se movimentar com mais lentidão e sofrer mudanças no peso. Alguns não conseguem parar de comer, enquanto outros perdem o apetite completamente. Dores sem explicação na cabeça, nas costas ou nos ombros também são comuns. À medida que a condição piora, as vítimas podem perder a disposição de cuidar do próprio corpo e parar de se importar com a higiene e a própria aparência. Elas podem deixar de participar de situações sociais ou não sentir mais prazer em hobbies dos quais costumavam gostar. Como resultado mais extremo, podem considerar se machucar ou cometer suicídio. "Há uma confusão nas prioridades, onde a importância dada ao trabalho toma conta de todo o resto e você sente a necessidade de atingir a perfeição no emprego", explica Winwood.
Se algum desses sintomas soar familiar, é hora de buscar ajuda profissional. Muitas empresas têm programas de assistência ao funcionário que são anônimos e podem indicar psicólogos treinados para os participantes.
Além disso, quando o estresse no trabalho se tornar intenso, é uma boa hora de considerar limites. "Separe um tempo para ficar sem seu BlackBerry quando não estiver perto de um telefone", diz Winwood.
Uma prática recente especialmente abominável se chama "virada mágica". Acontece quando executivos mais jovens trabalham até 72 horas ininterruptas, indo para casa apenas para tomar banho, trocar de roupa e voltar para a o trabalho logo antes do início do expediente. Como resultado, algumas empresas da City de Londres agora proíbem funcionários de trabalhar nos dois dias do fim de semana.
Outra solução é o treinamento em um tipo de meditação emprestada do Budismo, que comprovadamente ajuda a baixar a pressão e a reduzir a ansiedade. Ela é ensinada em empregadores diversos como o departamento de segurança nacional do Reino Unido, o Google e até algumas empresas de construção civil. Programas de meditação no trabalho já tiveram "resultados incríveis para diminuir doenças e ausências decorrentes do estresse", diz Winwood.


Leia mais: http://extra.globo.com/emprego/o-burnout-da-seus-sinais-11910518.html#ixzz2wKo460Db

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Webinar - Novas Abordagens de Programas de Segurança, Saúde e Qualidade de Vida.

Data:

09 de janeiro de 2014

Horário:

Das 19h as 20h

Bate papo com especialista: Como  abordar este tema sob uma nova ótica capaz de contribuir com os objetivos, metas, estratégias organizacionais  e saúde integral dos trabalhadores.


As empresas de alto desempenho sabem do enorme impacto que as pessoas têm em seus resultados e não relegam para segundo plano as questões relacionadas à segurança, saúde e qualidade de vida de seus empregados.

Prof. MSc. Eng. Luiz Carlos de Miranda Júnior
Mestre em Saúde e Meio Ambiente – SENAC.
 Especialista em Segurança e Saúde Ocupacional – Royal National Institute for Working Life – Swedish
International Development Cooperation Agency / Suécia.
MBA em Gestão de Saúde – FGV
• Gerente de Segurança, Saúde e Qualidade de Vida em empresas de grande porte (RIPASA Celulose e
Papel / 1987-2000; CPFL Energia / 2000-2013: seu programa de QV foi reconhecido e premiado pela
ABQV em três oportunidades).
• Professor de graduação na Faculdade de Tecnologia da UNICAMP, cursos de tecnologia e engenharia
ambiental, e de pós-graduação na Faculdade de Engenharia Mecânica da UNICAMP em disciplinas
relacionadas a segurança, saúde, qualidade de vida e meio ambiente – 1996 a atual.

Moderadores/facilitadores

• Silvia Marchetti – Diretora adjunta de Projetos ABQV
• Samia Simurro – Vice-Presidente de Projetos ABQV
• Abertura  e importância do tema
 

Investimento:

Associados ABQV – Gratuito
Não associados ABQV – R$50,00

Forma de pagamento:

Depósito identificado.
Ag. 0105-8
CC.225502-2 
Banco Bradesco (237)
Nome do Favorecido: Associação Brasileira de Qualidade de Vida
CNPJ: 01.045.397/0001-09


quarta-feira, 18 de setembro de 2013


Conexão Futura - Dia dos Mestres
Burnout Docente - Entrevista profa Gisele Levy

Hábitos saudáveis e redução de stress no ambiente de trabalho

Leiam esta matéria que saiu no dia 14/05 - VEJA sobre hábitos saudáveis e a sua relação com o stress no trabalho.

Pesquisa observou que, apesar de stress no trabalho aumentar o risco de doenças cardíacas, ter um estilo de vida saudável diminui essa chance

É quase impossível escapar do stress no trabalho atualmente. Mas os danos à saúde que ele causa a longo prazo – como um maior risco de doenças cardíacas — pode ser compensado por um estilo de vida saudável, que inclui a prática de atividades físicas e a alimentação correta — além de não fumar. Essa é a conclusão de um grande estudo realizado na Universidade College London, na Grã-Bretanha, que avaliou mais de 100.000 pessoas de diversos países da Europa durante dez anos. A pesquisa foi publicada nesta segunda-feira, no periódico Canadian Medical Association Journal (CMAJ).
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Associations of job strain and lifestyle risk factors with risk of coronary artery disease: a meta-analysis of individual participant data

Onde foi divulgada: periódico Canadian Medical Association Journal (CMAJ)

Instituição: Universidade College London, Grã-Bretanha

Dados de amostragem: 102.128 pessoas de 17 a 70 anos de idade

Resultado: O stress no trabalho aumenta a prevalência de doenças cardíacas entre as pessoas. Porém, quem tem um estilo de vida saudável tem esse risco reduzido.
Participaram do estudo 102.128 pessoas de 17 a 70 anos. Elas foram classificadas de acordo com a quantidade de fatores de risco ao estilo de vida que apresentavam. Esses fatores eram: tabagismo, consumo de álcool, sedentarismo e obesidade. Elas foram classificadas entre as que seguiam um estilo de vida saudável (nenhum fator de risco), pouco saudável (um fator de risco) e não saudável (mais do que dois fatores de risco). De acordo com a pesquisa, 12% dos participantes afirmaram sofrer stress no trabalho.
Ao longo de dez anos, a taxa de doença coronariana entre os voluntários foi de 18,4 casos a cada 1.000 pessoas que sofriam stress no trabalho, e de 14,7 casos a cada 1.000 indivíduos que não sofriam do problema. A prevalência de doenças cardíacas em geral também foi maior em quem afirmou sofrer stress no trabalho: 31 casos por 1.000 pessoas – entre aquelas que não se estressavam no trabalho, por outro lado, essa taxa foi de apenas 12 por 1.000 pessoas.
Levando em conta apenas as pessoas que sofriam stress no trabalho e também tinham um estilo de vida saudável, apenas15 a cada 1.000 pessoas apresentaram doenças cardíacas. Entre os que levavam um estilo de vida não saudável, o índice foi de 31,2 a cada 1.000 indivíduos. "Esses dados sugerem que um estilo de vida saudável pode reduzir substancialmente o risco de doença cardíaca entre as pessoas com tensão do trabalho", concluíram os pesquisadores.